"Justiça: quantas pessoas esperam uma
sentença durante anos. E por isso já antes do Sínodo constitui uma
Comissão que ajudasse a preparar diversas possibilidades nesta linha:
uma linha de justiça, mas também de caridade, porque há muita gente que
necessita de uma palavra da Igreja sobre a sua situação matrimonial",
afirmou, reconhecendo que alguns processos são demasiados longos.
O papa advertiu, ainda, para o risco de
que as causas virem um negócio. "Quando o interesse espiritual está
unido ao econômico, isso não é de Deus! Este ponto é importante: separar
as duas coisas", disse o Pontífice, recordando que está sendo analisada
a proposta feita no Sínodo de que seja um serviço gratuito aos fiéis.
Ao concluir sua fala, encorajou os participantes do curso a prosseguirem
em seus estudos, buscando sempre a salus animarum (salvação da alma)
com justiça.
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