Por Pastoral Familiar da Arquidiocese de Fortaleza.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
[Notícias] V Congresso Regional da Pastoral Familiar.
Missa Jubileu da Família na Catedral - Semana Nacional da Família.
Realizada dia 14.08.2015, missa do Jubileu da Família na Catedral, como encerramento da Semana Nacional da Família. Na ocasião Dom José Antônio refletiu sobre a importância da Semana Nacional da Família.
Semana Nacional da Família 2015 - Paróquia Cristo Redentor - Cristo Redentor - Região Nossa Senhora da Assunção.
Realizada de 09.08 a 15.08.15 a Semana Nacional da Família 2015 - Paróquia Cristo Redentor - Cristo Redentor - Região Nossa Senhora da Assunção, com as seguintes atividades: Nos anos anteriores
centralizamos os encontros em um único lugar. Já nesse ano, resolvermos
experimentar encontros descentralizados. Foram realizados encontros nas 05
capelas mais a Matriz.. Foi uma experiência nova e bastante agradável. Nos anos
anteriores conseguíamos atingir em média 250 pessoas. Já descentralizado, em
cada capela atingimos de 70 a 110 pessoas. Em média. No total, atingimos
aproximadamente 500 pessoas. Uma maravilha!
Nos esforçamos para
realizar um trabalho orgânico. Contamos com a participação de: ECC, Renovação
Carismática, Grupos de oração, Comunidades leigas que trabalham com famílias (
Elohim, Jovens em Ação Missionária e Familia Novo Israel ).
Todos os encontros foram
precedidos da celebração Eucarística. O nosso pároco, Padre Helton, nos deu
total apoio e esteve presente em quase todos os encontros.
A abertura se deu no
domingo 09/08 às 15:00 com o Padre Helton ministrando o primeiro tema, em
seguida tivemos a adoração ao Santíssimo e encerramos com a Santa
Missa.
Os demais dias ocorreram
sempre à noite, um dia em cada capela. Como diz o Papa Francisco, saímos do
nosso “quadrado” e fomos ao encontro das familias nas diversas
capelas(comunidades) da paróquia.
Encerramos com uma
participação na Caminhada com Maria, com informações da coordenação paroquial.]
"É preciso cultivar no coração um amor por Deus", disse o papa.
Na 100ª catequese de seu pontificado, na
quarta-feira, 26, o papa Francisco prossegue refletindo sobre a
família, desta vez falou da da oração no ambiente familiar.
Leia o texto na íntegra:
Queridos irmãos e irmãs, bom dia! Depois
de ter refletido sobre como a família vive os tempos da festa e do
trabalho, consideramos agora o tempo da oração. A queixa mais frequente
dos cristãos diz respeito ao tempo: "Deveria rezar mais...; gostaria de
fazê-lo, mas muitas vezes me falta o tempo". Ouvimos isso continuamente.
O arrependimento é sincero, certamente, porque o coração humano procura
sempre a oração, mesmo sem sabê-lo; e se não a encontra não tem paz.
Mas para que se encontre, é preciso cultivar no coração um amor "quente"
por Deus, um amor afetivo.
Podemos nos fazer uma pergunta muito
simples. Tudo bem acreditar em Deus com todo o coração, tudo bem esperar
que nos ajude nas dificuldades, tudo bem sentir-se no dever de
agradecê-Lo. Tudo certo. Mas queremos também um pouco de bem ao Senhor? O
pensamento de Deus nos comove, nos surpreende, nos suaviza?
Pensemos na formulação do grande
mandamento, que sustenta todos os outros: "Amarás ao Senhor, teu Deus,
com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as forças" (Dt
6, 5; cfr Mt 22, 37). A fórmula usa a linguagem intensiva do amor,
derramando-o em Deus. Bem, o espírito de oração mora antes de tudo aqui.
E se mora aqui, mora todo o tempo e não sai nunca. Conseguimos pensar
em Deus como uma carícia que nos dá em vida, antes da qual nada existe?
Uma carícia da qual nem a morte nos pode separar? Ou pensamos Nele
apenas como um grande Ser, o Onipotente que fez todas as coisas, o Juiz
que controla toda ação? Tudo verdade, naturalmente. Mas somente quando
Deus é o afeto de todos os nossos afetos, o significado destas palavras
se tornam plenos. Então nos sentimos felizes, e também um pouco
confusos, porque Ele pensa em nós e, sobretudo, nos ama! Isso não é
impressionante? Não é impressionante que Deus nos acaricie com amor de
pai? É tão belo! Podia simplesmente se fazer reconhecer como o Ser
supremo, dar os seus mandamentos e esperar os resultados. Em vez disso,
Deus fez e faz infinitamente mais que isso. Acompanha-nos no caminho da
vida, nos protege, nos ama.
Se o afeto por Deus não acende o fogo, o
espírito da oração não aquece o tempo. Podemos também multiplicar as
nossas palavras, "como fazem os pagãos", diz Jesus; ou até mesmo exibir
os nossos ritos, "como fazem os fariseus" (cfr Mt 6, 5.7). Um coração
habitado pelo afeto por Deus faz transformar em oração também um
pensamento sem palavras, ou uma invocação diante de uma imagem sagrada,
ou um beijo mandado para a igreja. É belo quando as mães ensinam os
filhos pequenos a mandar um beijo a Jesus ou a Nossa Senhora. Quanta
ternura há nisso! Naquele momento, o coração das crianças se transforma
em lugar de oração. E é um dom do Espírito Santo. Não esqueçamos nunca
de pedir este dom para cada um de nós! Porque o Espírito de Deus tem
aquele seu modo especial de dizer nos nossos corações "Abbà" – "Pai",
nos ensina a dizer "Pai" propriamente como o dizia Jesus, um modo que
nunca poderemos encontrar sozinhos (cfr Gal 4, 6). É na família que se
aprende a pedir e apreciar este dom do Espírito. Se o aprende com a
mesma espontaneidade com a qual aprende a dizer "papai" e "mamãe",
aprendeu-se para sempre. Quando isso acontece, o tempo de toda a vida
familiar é envolvido no colo do amor de Deus e procura espontaneamente o
tempo da oração.
O tempo da família, sabemos bem disso, é
um tempo complicado e cheio, ocupado e preocupado. É sempre pouco, não
basta nunca, há tantas coisas a fazer. Quem tem uma família aprende a
resolver uma equação que nem mesmo os grandes matemáticos sabem
resolver: dentro das vinte e quatro horas se faz o dobro! Há mães e pais
que poderiam vencer o Nobel, por isso. De 24 horas fazem 48: não sei
como fazem, mas se movem e o fazem! Há tanto trabalho em família!
O espírito da oração volta o tempo para
Deus, sai da obsessão de uma vida à qual sempre falta o tempo,
reencontra a paz das coisas necessárias e descobre a alegria de dons
inesperados. Boas guias para isso são as duas irmãs, Marta e Maria, da
qual fala o Evangelho que escutamos; elas aprendem de Deus a harmonia
dos ritmos familiares: a beleza da festa, a serenidade do trabalho, o
espírito da oração (cfr Lc 10, 38-42). A visita de Jesus, ao qual
queriam bem, era a festa delas. Um dia, porém, Marta aprendeu que o
trabalho da hospitalidade, mesmo sendo importante, não é tudo, mas que
escutar o Senhor, como fazia Maria, era realmente o essencial, a "melhor
parte" do tempo. A oração surge da escuta de Jesus, da leitura do
Evangelho. Não se esqueçam, todos os dias leiam um trecho do Evangelho. A
oração surge da intimidade com a Palavra de Deus. Há esta intimidade na
nossa família? Temos em casa o Evangelho? Nós o abrimos algumas vezes
para lê-lo juntos? Nós o meditamos rezando o Rosário? O Evangelho lido e
meditado em família é como um pão bom que alimenta o coração de todos. E
pela manhã e à noite, e quando sentamos à mesa, aprendamos a dizer
juntos uma oração, com muita simplicidade: é Jesus que vem entre nós,
como ia à família de Marta, Maria e Lázaro. Uma coisa que tenho muito no
coração e que vi nas cidades: há crianças que não aprenderam a fazer o
sinal da cruz! Mas você mãe, pai, ensina a criança a rezar, a fazer o
sinal da cruz: esta é uma tarefa bela das mães e dos pais!
Na oração da família, nos seus momentos
fortes e nas suas passagens difíceis, nos confiemos uns aos outros, para
que cada um de nós na família seja protegido pelo amor de Deus.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Educar com violência está proibido: sem o uso de castigos físicos.
O Projeto de Lei da Câmara (PLC)
58/2014, que prevê punição às famílias que usarem da violência, como
castigos e maltrato físico, para educar os filhos, foi aprovado em 4 de
junho pelo Plenário do Senado Federal. O atual projeto altera a Lei nº
8.069, de 13 de julho de 1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e
do Adolescente, para estabelecer o direito da criança e do adolescente
de serem educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de
tratamento cruel ou degradante; e altera a Lei nº 9.394, de 20 de
dezembro de 1996.
Formação dos pais
Na avaliação do diretor de Relações
Institucionais da Confederação Nacional das Entidades de Família (CNEF),
Paulo Tominaga, o projeto aprovado pelo Senado busca coibir excessos,
mas, alguns aspectos poderiam ser aperfeiçoados no texto. "Ao buscar
coibir excessos, o projeto, na prática, pode infelizmente fragilizar a
autoridade das mães e dos pais, permitindo que terceiros, sem o devido
conhecimento dos fatos, possam interferir na educação das crianças e
adolescentes", explica Tominaga.
Paulo observa que a reflexão sobre as
ações preventivas à violência contra crianças e adolescente passa,
também, "pelo fortalecimento da união entre os casais e do aprimoramento
das atividades de formação para que pais e educadores possam exercer
bem suas naturais competências, com a devida autoridade e
independência".
A Lei e suas contradições
O projeto estava há quatro anos em
discussão no Congresso. Inicialmente, foi chamada de Lei da Palmada,
desde o início da tramitação. Mas, recebeu o nome de "Lei do Menino
Bernardo", em homenagem ao garoto gaúcho Bernardo Boldrini, de 11 anos,
morto em abril, cujo pai e madrasta são investigados, suspeitos de terem
praticado o crime.
A Lei aplicará sanção aos pais,
integrantes da família ampliada, responsáveis, que "utilizarem castigo
físico, tratamento cruel ou degradante como formas de correção,
disciplina, educação". Porém, o texto deixa dúvidas, sem esclarecimento
das proibições contidas na Lei, como no caso das "palmadas".
De acordo com Tominaga, a Lei,
infelizmente, não evitará que casos cruéis de violência praticada pelos
pais deixem de acontecer, como o fato Bernardo. "Estes casos são
situações de exceção para as quais já existe legislação adequada. O que
ocorre, porém, é a incapacidade das autoridades e órgãos públicos
atuarem com eficácia. Em nosso entendimento, esta dificuldade não muda
com o projeto de lei aprovado recentemente", pontua.
A Lei gera dúvidas e críticas, já que o
texto não é claro quanto às proibições. O engenheiro e pedagogo,
Francisco Augusto Garcia observa que a Lei não inova em relação ao texto
constitucional, podendo criar clima de desconfiança nas famílias que se
sentirão vigiadas pelo Estado - na educação dos filhos. O profissional
recorda que a o Art. 227 da Constituição Federal já prevê a função da
família na educação dos filhos e o papel da sociedade e do Estado, como
também proíbe a "violência e crueldade", contra crianças e adolescentes.
Francisco faz crítica ao texto da Lei,
que segundo ele, não traz novidades, quando se trata de impedir a
violência domiciliar. "Mesmo a palmada não é citada nenhuma vez no texto
da Lei. Há casos graves de violência que devem ser tratados. Contudo,
já existem dispositivos legais para tanto, como o texto constitucional e
o Estatuto da Criança e do Adolescente", aponta.
A possível inovação é que a Lei prevê
punição aos profissionais da saúde, da assistência social e educação, ou
qualquer pessoa em exercício de função pública, que não informarem "à
autoridade competente os casos de que tenha conhecimento envolvendo
suspeita ou confirmação de castigo físico, tratamento cruel ou
degradante ou maus-tratos contra criança ou adolescente".
Ponto de vista
"A escola tem que ajudar os pais e
reforçar a educação recebida em casa no ambiente escolar. Para os
defensores da Lei, ela tem mais um caráter pedagógico do que punitivo,
prevendo campanhas permanentes de educação e esclarecimento, nas mídias e
escolas, para ensinar os pais a educar e impor limites sem o castigo
físico. Mas não vejo campanhas no mesmo sentido conscientizando as
crianças e adolescentes a serem bons filhos, bons alunos e bons
cidadãos" (Francisco Augusto Garcia).
"Submeter qualquer pessoa a constantes
atos de violência é causa de diminuição de autoestima. Além disso, a
carência de estímulos positivos, como os elogios e o reconhecimento por
esforços na realização de suas obrigações, independentemente de
resultados objetivos alcançados, também podem afetar a autoestima, de
modo especial nas crianças e adolescentes. Acreditamos que incentivar
uma educação em valores e propósitos positivos é uma alternativa mais
promissora do que legislar buscando-se coibir situações negativas"
(Paulo Tominaga).
Asssesoria de Imprensa CNPF
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
Deixa de machismo! O preconceito sobre o exame de próstata
Mais de 70% dos homens terão algum tipo
de problema de próstata. A população de risco são os homens a partir de
40 anos de idade. A dica mais importante continua sendo: procure o
urologista e faça o exame!
Para combater a doença, foi sancionada a
Lei 13.045/2014, que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a fazer
exames para a detecção precoce do câncer de próstata sempre que, a
critério médico, o procedimento for considerado necessário. A medida
também determina que profissionais de saúde devem ser capacitados para
novos avanços nos campos da prevenção. A lei é originária do PLS
34/2005, aprovado no final de outubro pelo Plenário do Senado.
Para fortalecer o Programa Nacional de
Controle do Câncer de Próstata, a lei também prevê a sensibilização de
profissionais de saúde por meio da capacitação e da reciclagem em
relação aos novos avanços nos campos da prevenção e da detecção precoce
da doença.
Diagnóstico e tratamento
Se você for diagnosticado com câncer de
próstata, saiba que existem diversas opções de tratamento e recursos de
suporte que podem te ajudar a levar uma vida normal e saudável. No caso
de qualquer anormalidade ser detectada na próstata durante o exame de
toque retal (ETR), o médico pode recomendar exames adicionais.
• Teste de urina
A urina é analisada para detectar
anomalias que podem indicar um problema diferente do câncer de próstata,
como infecção bacteriana.
• Ultrassonografia transretal
Este procedimento utiliza ondas sonoras para visualizar a próstata e detectar eventuais anomalias.
• Ultra-som transretal
Este procedimento é semelhante ao
ultrassom transretal e mede o fluxo sanguíneo e os níveis de resistência
de veias e artérias. O rápido fluxo de sangue através dos vasos
sanguíneos minúsculos, que é característico de tumores, pode ser
observado.
Prevenir: alimentação e exercícios
Embora as causas do câncer de próstata
não sejam completamente compreendidas, comer bem, descansar corretamente
e exercícios regulares podem reduzir o risco de câncer e até mesmo
retardar a doença. Muitos alimentos contêm substâncias antioxidantes,
que podem prevenir danos celulares e podem melhorar o sistema
imunológico e reduzir os riscos de câncer e infecções. A dieta com baixo
teor de gordura com peixes, frutas, verduras e grãos podem reduzir o
risco de câncer.
O exercício físico regular tem sido
indicado para fortalecer o sistema imunológico e melhorar a digestão,
circulação e desintoxicação do organismo. O exercício também previne
contra a obesidade, que é um fator de risco para muitas doenças,
incluindo câncer. As atividades contribuem, ainda, para reduzir o risco
de hiperplasia prostática benigna (HPB), ou aumento da glândula da
próstata.
TOME NOTA
Confira mais informações no site da Associação Saúde da Próstata: www.saudedaprostata.org.br
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Semana Nacional da Família 2015: “E a vida continua...”
E a vida continua...
Em 8 de dezembro de 1961 (dia de Nossa
Senhora da Conceição) começava um sonho do qual eu não gostaria de
acordar, mas a vida nos reserva tantas surpresas... E depois de vinte
três anos, seis meses e dois dias, um infarto fulminante acabou com a
vida do meu amado marido Ary Celio (ele todo feliz dizia que o padre que
o batizou falou que o nome dele significava "enviado do céu").
Sentia uma "alegria triste" ou "uma
tristeza alegre", porque tinha certeza de que Ary já estava nos braços
do Pai. Seu crescimento espiritual era visível em suas atitudes e em
seus compromissos: ajudava na liturgia, levava comunhão aos doentes...
Havia feito o primeiro curso de MESC da Arquidiocese e, pela letra
inicial de seu nome, recebeu certificado das mãos do saudoso cardeal Dom
Eugenio de Araujo Salles.
No momento da partida do meu marido,
vi-me como pai, mãe, administradora de obras... (nós estávamos
reformando a casa, em que morávamos e que moro até hoje)... Senti-me sem
chão, pois o amor dele me fazia forte... Fui tocando a vida, pois
tínhamos três filhos (e mais um que também já estava na eternidade),
tendo a caçula feito 15 anos, vinte dias antes dele falecer.
Aos poucos tive a certeza que o amor que
ele me oferecia vinha do AMOR MAIOR, e consegui prosseguir com minha
vida de viúva, matriarca da família, que junto a Deus formamos. Foi
difícil? Foi, mas sempre me senti amparada por Deus e na certeza que eu
estava contando com a intercessão dele junto à Deus.
No primeiro ano do início das obras,
meus filhos me presentearam com um caderno em que eles fizeram o
''Diário da Obra'' e no dia 10 de junho eles escreveram que o pai
construira a nossa casa e que ele agora estava na morada do Pai.
Obrigada, SENHOR!
Seguiram-se as alegrias: casamento dos
filhos, genros e nora aumentando a família, o nascimento dos netos, que
hoje são minha alegria e os quatro são a continuidade a tudo que
construímos.
Muitas dores (físicas e emocionais), mas
também muitas alegrias: três filhos que muito amo e quatro netos que
renovam a vida com as adolescências bem vividas, num mundo muitas vezes
ingrato, mas é com muita alegria que vejo filhos e netos, participando
da mãe Igreja, que me sustentou e me sustenta e ensina e muito. Mãe
carinhosa, que acolhe, que embala, mas que com firmeza, aponta o
caminho.
Com muita satisfação participei junto à
outras 4 viúvas (de um encontro de viúvos) para que pudéssemos
implantá-lo em nossa paróquia e já estamos partindo para o terceiro
encontro. Ajudo também no trabalho junto aos responsáveis dos
catequizandos, e agradeço a Deus por ter sido chamada onde muito aprendi
e amo meus "Amigos em Cristo"
Aguardo o dia que reencontrarei meu
marido, meu filho, minha mãe e todos os meus amados que já estão nos
braços do Pai, mas a minha alegria de viver é tão grande, que espero que
o Pai me proporcione ainda muito tempo para que eu possa conviver com
todos aqueles que amo e que me ajudaram e que me ajudam a construir
minha história.
Foto: Divulgação
Por: Da redação, Maria da Glória Bonecker Rodrigues Cardoso
Terço com as famílias na Paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro - Carlito Pamplona - Região Nossa Senhora da Assunção.
Realizado
nos dias 11/08/2015, Terço com as famílias na Paróquia Nossa Senhora do
Perpetuo Socorro - Carlito Pamplona - Região Nossa Senhora da Assunção. Esta ação cristã, integrou-se a várias outras, durante a Semana Nacional da Família, com o apoio sempre perene
do Padre Josimar e Diácono Cristiano que estão sempre motivando os agentes
nestas missões. Com informações da Coordenação Paroquial Everardo e Goretti.
10 dicas para substituir as reclamações em casa por uma visão positiva, agradecida e alegre.
Criar filhos mais felizes com base na gratidão é mais simples do que parece!
O ser humano tende, naturalmente, a ser materialista e egoísta – e isto também inclui as crianças. No entanto, temos o livre arbítrio e a capacidade de nos remodelar: nessa tarefa da vida toda, a gratidão é uma base sólida e efetiva para sermos melhores – e felizes!
Como ensinar a gratidão às crianças? Dez dicas:
1) Surpreenda os seus filhos!
As surpresas ajudam as crianças a ver as coisas como um presente, não como um direito. Quando temos muitas opções, queremos sempre saber se não haveria alguma opção melhor. Exemplo: discussão sobre onde passar as férias: cada um tem uma ideia “melhor” que o outro e ninguém fica feliz com decisão nenhuma. Dê um fim a essa conversa. Cerca de uma semana depois, anuncie uma grande surpresa: “Vamos conhecer o parque nacional X!”. Mostre seu plano de camping no parque nacional e entusiasme-os! (Se você não gosta de camping nem do campo, troque por uma praia ou pelo destino que achar melhor para a sua família).
2) Fale sobre os melhores momentos do seu dia.
Arrume tempo, todos os dias, para falar de pessoas, fatos e coisas que despertam a sua gratidão. Pode ser durante o jantar, antes de dormir ou enquanto você dirige o carro. Pergunte aos seus filhos: “Qual foi a melhor parte do seu dia?”. Para os filhos mais crescidos, tente manter um “diário de gratidão”: peça para eles dizerem o nome de cinco pessoas, fatos ou coisas pelas quais se sentem gratos. Eles vão desenvolver uma visão mais positiva da vida!
3) Conte a sua história para os seus filhos.
Há muitas histórias de família que falam de dificuldades e de perseverança: seus pais, avós, bisavós certamente passaram por desafios que vale a pena contar aos seus filhos. Você não sabe muito do passado da sua família? Então leve as crianças para visitar algum local histórico que lembre episódios de luta e sacrifício pelo bem do país e do povo. Vocês vão voltar para casa mais agradecidos.
4) Incentive os seus filhos a ajudar alguém que não "precisa" de caridade.
É claro que é ótimo para as crianças participar de ações de caridade organizadas por grupos da comunidade, mas esses eventos só acontecem algumas vezes por ano e vocês raramente se encontram com as pessoas que são beneficiadas. Que tal pensar em alguém que faça parte da sua vida de todos os dias e a quem os seus filhos possam ajudar regularmente, mesmo que essa pessoa não precise de caridade? Por exemplo, uma vizinha idosa que pode ficar feliz em receber visitas ou alguma ajuda na casa?
5) Concentre-se no positivo durante todo o dia.
Diga aos seus filhos, várias vezes por dia, que "a atitude é uma escolha". Manter uma atitude positiva pode ser a regra número 1 em casa: é um esforço diário para combater as lamentações, as caras feias e as reclamações, focando sempre no positivo. Até as frases mais corriqueiras podem ser formuladas de maneira mais positiva: "Estou com sede", por exemplo, pode virar "Vamos tomar um refresco juntos?".
6) Diga um “obrigado” completo.
Ensine as crianças a agradecer explicitando o motivo da gratidão: “Papai, obrigada pelo jantar”; “Mamãe, obrigado por me levar para a escola”. Incentive-os a agradecer aos professores pelas aulas, aos treinadores pelo futebol ou pela natação, aos garçons pelo serviço. E dê exemplo: quantas vezes por dia você mesmo diz "obrigado"? Você já disse aos seus filhos, hoje, quais são as coisas pelas quais se sente agradecido?
7) Ensine a eles que "é melhor dar do que receber".
Até os menorzinhos podem comprar presentes para os outros: leve-os a uma loja de 1,99 e peça que eles escolham presentes para alguns amiguinhos, mas sem comprarem nada para si mesmos. É difícil! Mas é um belo aprendizado.
8) Arranje tempo para que eles façam pequenas tarefas domésticas.
Pode ser difícil achar tempo para que eles façam tarefas domésticas, mas se eles nunca ajudarem a fazer nada em casa, simplesmente não vão entender o que significa administrar um lar: vão achar que a roupa limpa brota nas gavetas e que os pratos se lavam sozinhos. Distribua pequenas tarefas apropriadas para cada idade, mesmo que seja apenas durante 5 a 10 minutos por dia. Algumas tarefas mais longas podem ficar para o fim de semana, como ajudar em algum trabalho de jardinagem, na limpeza do banheiro ou na troca da roupa de cama.
9) Deixe as crianças maiores cuidarem das menores.
Confiar algumas responsabilidades às crianças mais velhas em relação às mais novas vai ajudá-las a desenvolver uma atitude de gratidão para com os pais. As crianças em idade escolar podem ler livrinhos para as crianças pequenas ou ajudá-las a se vestir, por exemplo. Além do senso de responsabilidade, os seus filhos mais velhos vão ganhar autoconfiança – sem falar que a relação que eles vão construindo com os irmãos mais novos tenderá a durar a vida toda!
10) Presenteie experiências, não apenas coisas.
Eles têm muitos brinquedos? Que tal presentear a eles uma matrícula em aulas de música, ou uma inscrição num torneio de futebol, ou uma viagem de acampamento? Esses presentes incentivam os relacionamentos em vez do materialismo.
“O trabalho é necessário para garantir uma vida digna”, disse o papa Francisco.
O pontífice dedicou a reflexão para falar da relação da família com o trabalho. Para ele, a atividade profissional traz dignidade ao homem, assim como a festa, é sagrada, faz parte do projeto criador de Deus e não pode faltar a nenhuma família.
Francisco lembrou, também, que o trabalho é necessário para manter a família e garantir a seus membros uma vida digna: “A família educa ao trabalho com o exemplo dos pais: o pai e a mãe que trabalham pelo bem da família e da sociedade”.
“É na família que se aprende o valor do trabalho, da sua importância para garantir uma vida digna para as pessoas caras. O trabalho também tem uma dimensão espiritual. Oração e trabalho devem coexistir em harmonia, pois uma inspira e dá sentido ao outro. Jesus nasceu no seio de uma família de trabalhadores; era chamado ‘o filho do carpinteiro’”, recordou Francisco.
Oração e responsabilidade:
Durante a catequese, o papa citou, ainda, a harmonia que deve existir entre trabalho e oração. Lembrou que a falta de
trabalho é ruim para o espírito, assim como a falta de oração prejudica também a atividade prática. “O trabalho é sagrado e, por isso, sua gestão é uma grande responsabilidade humana e social que não pode ser deixada nas mãos de poucos”, destacou.
Neste contexto, o papa explicou que o trabalho faz parte do projeto criador de Deus, não podendo separar a atividade da aliança divina, tornando-se refém da lógica do lucro; e desprezando os afetos da vida, a degradação da alma contamina tudo.
“A vida civil se corrompe e o habitat se arruína. As consequências atingem, sobretudo, os mais pobres, as famílias mais pobres. A organização moderna do trabalho mostra, às vezes, uma perigosa tendência a considerar a família como um obstáculo, um peso, uma passividade para a produtividade do trabalho. Contudo, perguntemo-nos: qual produtividade? E para quem?”, questionou Francisco.
Na ocasião, o pontífice convocou as famílias cristãs a propagar os fundamentos da criação de Deus, que segundo ele, não é tarefa fácil, requer fé e perspicácia.
Ao final, o papa saudou os peregrinos reunidos na catequese: “Dirijo uma saudação cordial a todos os peregrinos de língua portuguesa, particularmente os fiéis de Portugal e do Brasil. Faço votos de que esta peregrinação possa reforçar em vós a fé em Jesus Cristo, que chama todas as famílias a colaborarem na construção de um mundo mais justo e belo. Que Deus abençoe a cada um de vós!”.
CNBB com informações do News.va
quarta-feira, 19 de agosto de 2015
Congresso da Família na Paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro - Cartilo Pamplona - Região Nossa Senhora da Assunção.
Realizado nos dias 4, 5 e 06/08/2015, Congresso da Família
na Paróquia Nossa Senhora do Perpetuo Socorro - Carlito Pamplona - Região Nossa
Senhora da Assunção. Na ocasião, dando início a Semana Nacional da Família, os
agentes da Pastoral Familiar, juntamente com todas as forças vivas da Igreja
local organizaram momentos de oração, reflexão, partilha e celebração. Com o
apoio sempre perene do Padre Josimar e Diácono Cristiano que estão sempre
motivando os agentes nestas missões. Com informações da Coordenação Paroquial
Everardo e Goretti.




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