Convergência e fidelidade ao Evangelho
Não era exatamente isso que queriam os
defensores acirrados desta ou aquela ideia. A imprensa queria que
houvesse divisão, novidades doutrinárias, disputa entre grupos rivais,
espetáculo. Tanto que ao ser publicado o resultado do trabalho sinodal,
alguns veículos de comunicação o julgaram fraco e sem interesse. Se não
foi como esperavam, nem merece notícia. Essa é mais uma razão para que
nós tomemos nas mãos cada proposta, conforme divulgado pelos meios da
Igreja, para fazermos crescer, nas nossas comunidades, o amor e a
atenção para com a Família.
Acompanhando a vida pastoral em todo o
Brasil, através da Comissão da CNBB para a Vida e Família, não tenho
dúvida de que a Pastoral Familiar se abriu e se ramificou por toda
parte. Dioceses inteiras que antes não tinham Pastoral Familiar, ou
achavam que bastaria ter um ou outro movimento de casais, começaram a
entender o propósito dessa Pastoral. Há inúmeras dioceses programando
encontros do clero, assembleias de leigos, congressos regionais ou
diocesanos e programas de formação permanente sobre o tema do Sínodo.
Foto: Diocese de Osasco.
Dom João Bosco, OFM
Bispo de Osasco – SP
Presidente da Comissão para a Vida e a Família da CNBB
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